Ele é referência da música instrumental amazonense. Hoje, mais de duas décadas depois de subir ao palco pela primeira vez, Teixeira de Manaus pode olhar para trás e ter a alegria desta conquista. A importância de seu legado jamais poderá ser contestada.
Teixeira de Manaus foi um dos maiores vendedores de discos na década de 80, e aquele refrão: "Parárará, Teixeira de Manaus / Parárará, Teixeira de Manaus" grudava na cabeça da gente. Nos domingos, depois do almoço só dava ele. O som alto nem incomodava a vizinhança: “Abra a sua porta, deixa o meu sax entrar.” Na música Boi Voador (Mauricio Pardo e Denílson Novo), do grupo “Os Tucumanus”, o nome de Teixeira é exaltado, com as honras de Boi luz de guerra.
Teixeira de Manaus é um dos patrimônios da música do Norte. Aos poucos, se recupera de um período difícil que comprometeu em muito sua saúde. Aos 63 anos não sabe se poderá voltar aos palcos. Mas não importa; quem foi rei nunca perde a majestade.
O Escritório para a América do Sul do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos condenou a violência ocorrida esta semana em vários presídios brasileiros.
Segundo informes oficiais, na penitenciária de Cascavel, no Paraná, pelo menos cinco presos morreram durante uma rebelião: duas das vítimas foram decapitadas e outras duas foram atiradas do teto da prisão. Em Minas Gerais, dois distúrbios terminaram com outro preso morto e dezenas de feridos.
As autoridades também revelaram que outro homem foi assassinado no complexo penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão.
Em comunicado, o responsável pelo Escritório da ONU, Amerigo Incalcaterra, solicitou às autoridades uma investigação rápida, imparcial e efetiva dos fatos e que os responsáveis sejam levados à Justiça.
“Estamos horrorizados com o nível de violência visto recentemente nos presídios brasileiros. Lamentavelmente estes incidentes ocorrem com frequência em numerosos centro de detenção em todo o país”, disse ele.
Incalcaterra afirmou que não é aceitável que, no Brasil, a violência e as mortes dentro das prisões sejam percebidas como algo normal e cotidiano.
Fonte: ONU e GGN
Música Curte musica maranhão
Sua mãe, professora primária, o
incentivava, colocando-o, ainda quando criança, para participar de peças de sua
autoria, peças nas quais cantava e dançava. Participou dos festejos populares
brasileiros muito frequentes em São Luís do Maranhão.
Em 1958, na adolescência, começou
a aprender piano e violão.
Em 1962 mudou-se para São Paulo.
Formou-se em Arquitetura na
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da USP, na turma que Chico Buarque
abandonou.
Participou ativamente, nesta
época, das reuniões estudantis chamada "Sambafo", do qual também
participava o jovem desconhecido Chico Buarque de Hollanda.
Mestre em arquitetura pela
Universidade Federal de Pernambuco.
Citado em várias matérias e
artigos de jornais e revistas, destacando-se José Ramos Tinhorão "Música
popular: Chico Maranhão, afinal, é bom porque é de casa" (Jornal do
Brasil. Caderno B - 1980); Revista VEJA "Outros Brasis - 1979), Miguel
Almeida "De São Luís para o sul, sem folclore" (Folha Ilustrada de
São Paulo - 1981); Revista ISTO É "Com a palavra: Encarando o Brasil que
invade o Brasil" - 1986) e Revista ÍCARO "Revista de bordo
Varig" (2006).
Durante o período de 2001 a 2005
publicou livro de arquitetura, intitulado
"Urbanidade do sobrado: um estudo sobre a arquitetura do sobrado de
São Luís" (Editora Hucitec), livro no qual fora encartado um CD com duas
composições de sua autoria: "Sobrado" e "Sobrados e rapiches".
Após a morte de Eduardo Campos,
Marina Silva emergiu com reais possibilidades de disputar o segundo turno. Ela
já ultrapassou Aécio Neves nas intenções de voto. E de acordo com alguns
analistas políticos a candidata do PSB tem até mesmo chances de derrotar Dilma
Rousseff no segundo turno. Em razão disto resolvi declarar aqui porque não
votarei em marina silva.
A candidata do PSB promete
legalizar o casamento gay num palco, no outro defende o deputado-pastor que
quer criar o tratamento obrigatório de desgayzação custeado pelo SUS. Num dia
ela prega a moralidade administrativo, no outro é fotografada ao lado de
sonegadores contumazes de impostos federais.
Marina Silva tentou criar um
partido (a Rede), é candidata por outro partido (PSB), mas em sua propaganda eleitoral
afirma que os brasileiros devem se unir como se não tivessem partidos ou como
se ela mesma quisesse proibir a existência de outros partidos. Num momento ela
defende a melhor distribuição de renda, no momento seguinte diz que o Pré-sal
(grande fonte de recursos que possibilitaria distribuição de renda) deve ser
esquecido.
Na frente dos católicos Marina
Silva é capaz de beijar a imagem da Padroeira do Brasil, junto aos evangélicos
defende as candidaturas de pastores e bispos que pregam a destruição dos ícones
religiosos. Ela se diz defensora do meio-ambiente e aceita contribuições de
empresas poluidoras para sua campanha eleitoral.
Marina Silva agradeceu a Deus por
que este supostamente lhe revelou a necessidade de parar de viajar no avião que
caiu e não avisou seu colega de chapa deixando-o morrer num acidente aéreo. Ela
chegou onde está fazendo política e diz que não fará politicagem se for eleita.
Todos os presidentes que tentaram governar o Brasil diretamente com o povo,
deixando de fazer acordos e sem maioria no Congresso do Brasil caíram ou foram
depostos por golpes militares.
Ninguém precisa ser muito
perspicaz para perceber que Marina Silva não quer dizer a que realmente veio.
Ela tem tantas caras quantos os grupos que diz querer representar. Procura
criar uma relação direta e populista com os eleitores. Quem estuda História
certamente conhece bem a trajetória de um outro político obscuro que usou este
tipo de estratégia para chegar ao poder na Alemanha nos anos 1930.
Segundo os historiadores, Hindenburg
- o presidente da República de Weimar que tentou barrar a chegada de Adolf
Hitler ao poder - o ex-cabo do exército alemão teria qualificação para no
máximo ser chefe de um posto de correios do Reich. O presidente do Brasil é
chefe de governo, chefe de Estado e comandante das Forças Armadas. Não creio
que Marina Silva reúna as qualidades necessárias para comandar um quartel do
Corpo de Bombeiros de São Paulo. Portanto, não confiaria a ela a missão de
comandar o país inteiro.
Fonte: Jornal GGN
Vacinação canina
Campanha de vacinação contra raiva é intensificada
No mês de setembro serão intensificadas as ações da campanha de vacinação contra a raiva, que começou a ser realizada de forma itinerante na zona rural de Imperatriz. No dia 20 será o dia "D" da campanha, com a vacina disponível nos postos de saúde.
Mais de um um milhão de cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva em todo o Maranhão. Em Imperatriz, a população desses animais, segundo a secretaria de Saúde, é de aproximadamnente 33.800, com 21.700 cães e 12.100 gatos.
A raiva é causada por vírus e transmitida, principalmente, por por meio da saliva do animal contamiado, através de mordidas, arranhões, lambedura da pele ou mucosas. O coordenador do Centro de Zoonoses lembra que os morcegos e macacos também são hospedeiros do vírus, mas os sintomas da doença são facilmente perceptíveis nos animais domésticos, como os cães e gatos.
Independentemente das ações da campanha, a vacina, que é injetável e aplicada em dose única, já pode ser encontrada no Centro de Zoonoses. O município recebeu quase 34 mil doses. Em caso de suspeita da doença, o animal também deve ser levado para o Ccentro.
Entre os cuidados, além da imunização, é importante evitar que os animais fiquem soltos na rua.
Fonte: G1MA
Polícia
Médica condenada por mandar cortar pênis de ex-noivo volta ao trabalho
Condenada a seis anos de prisão por mandar cortar o pênis do ex-noivo que desistiu do casamento três dias antes da cerimônia, a médica Myriam Priscilla de Rezende Castro, 34 anos, está de volta ao trabalho.
Ela cumpre a pena em regime semiaberto na penitenciária feminina Estevão Pinto, na região leste de Belo Horizonte, e recebeu em junho autorização da Justiça para trabalho externo.
A especialidade da médica é a urologia, que trata do aparelho urinário de homens e mulheres e do aparelho genital masculino. Ela foi condenada por lesão corporal gravíssima.
Myriam trabalha durante o dia e é obrigada a se apresentar na unidade prisional no início da noite.
O crime
A mulher não aceitava a separação e chegou a incendiar o carro e a casa do ex-noivo. Depois, com a ajuda do pai, contratou dois homens para atacar o antigo companheiro.
No dia do crime, a vítima foi dominada por dois homens dentro do apartamento onde morava. Conforme a denúncia, os autores da agressão se passaram por técnicos de uma empresa de telefonia. O irmão da vítima também foi agredido.
O MP disse que os dois foram dominados, amarrados e ainda teriam sido obrigados a cheirar éter. Parte do pênis da vítima foi cortada e levada como prova da execução do serviço. Um dos executores está preso.
Fonte:Imirante
SAÚDEPesquisa mostra que 65% dos pacientes com câncer continuam fumando
Levantamento feito pelo Instituto
do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) com pacientes da instituição mostra
que 65% dos pacientes fumantes não conseguem largar o cigarro mesmo após
receber o diagnóstico da doença. O coordenador de Apoio ao Tabagista do instituto,
Frederico Fernandes, disse que o resultado da pesquisa foi surpreendente. “Nós
imaginávamos, justamente, que uma pessoa que fumasse, na hora de receber o
diagnóstico de câncer ficasse motivada a parar, pelo fato de ter desenvolvido
uma doença relacionada ao tabagismo”, ressaltou em entrevista à Agência Brasil.
Segundo o médico, apesar da
vontade dos pacientes de largar o tabaco, o vício é muito forte. “Quando a
gente conversa com esses pacientes, vemos que eles têm vontade, estão
motivados, mas, pelo fato de ter um nível alto de dependência da nicotina, não
conseguem parar ou reduzir”, contou.
A situação se agrava, de acordo
com Fernandes, pelo fato de o cigarro ser uma válvula de escape de grande parte
dessas pessoas ao lidar com situações difíceis. “E, muitas vezes, quando a
pessoa recebe um diagnóstico como esse, acentua os traços de ansiedade. Com
isso, ela acaba não conseguindo largar o cigarro por não conseguir canalizar a
ansiedade contra a doença em outra coisa”, explica o médico.
Além de ser um fator que
contribui para o surgimento do câncer, Fernandes destaca que o cigarro pode
atrapalhar o tratamento. “Alguns tipos de quimioterapia têm menor eficácia
quando a pessoa continua fumando e recebendo o tratamento”, enfatiza. Fumar
também interfere na cicatrização e recuperação de cirurgias. “Se uma pessoa é
submetida a uma cirurgia, parando de fumar ela tem uma cicatrização melhor e um
pós-operatório menos complicado”, acrescenta.
Há ainda, segundo o médico, o
problema da fragilização do sistema respiratório. “Uma das principais
complicações que ocorrem no tratamento de câncer são as infecções
respiratórias. E a pessoa que fuma tem chance maior de contrair uma infecção
durante o tratamento do câncer”.
Por isso, o Icesp montou uma
equipe para apoiar os pacientes que querem deixar o cigarro. “Nós temos uma
equipe multiprofissional, composta por psicólogos, enfermeiros, nutricionistas
e médicos, que vai dar um tratamento baseado tanto em medidas comportamentais,
quanto em medicações, para tentar diminuir o vício”, detalha Fernandes.
Uma das principais linhas de atuação do grupo é,
justamente, ajudar os fumantes a lidar com a ansiedade sem o tabaco. “Ensinar
como lidar com as situações de problema, com o stress do dia a dia, sem
precisar recorrer ao cigarro, coisa que muitos deles estão acostumados a
recorrer desde a adolescência”, explica o médico